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sexta-feira, 14 de março de 2008

histórias que não terminam, paroxismos climáticos, faltam comprovações de quem são vocês e como esperam poder pagar uma casa como essa, e então a espera expectativa dentro de um carro por uma aula ou duas, um barulho que eles amam e que os faz voltarem felizes e suados, os dias seguem um ritmo inexorável, a contagem das semanas e os e-mails não lidos as ligações não-atendidas, as palavras que não são ditas. No fim último talvez o vislumbre do que poderia ter sido e não foi, daquilo que ainda é,independente de você, de mim, daquilo com que nos identificamos nomomento. O terror não chega como uma grande chamada para um filme, ele se entrelaça em cada pequeno minuto repartido ao meio, dormir e acreditar que isso também é um filme, e passa. Logo passa.

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