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terça-feira, 11 de março de 2008

"...no fim da noite, a instrututora nos chamou e entregou-nos o nosso diploma. Marley havia passado no treinamento de adestramento básico em sétimo lugar da turma. E qual o problema se eram oito na classe e o oitavo cachorro era um pitbull psicopata assassino que mataria o primeiro ser humano que atravessasse a sua frente? Para mim estava bom. Eu estava tão orgulhoso que seria capaz de chorar e, de fato, eu teria chorado, se Marley não tivesse saltado e imediatamente engolido seu diploma."

"Jenny colocou Patrick no moisés; eu coloquei Marley entre as minhas pernas e segurei-o firme pela coleira(...), Jenny se aproximou de nós, permitindo que Marley farejasse primeiro os dedinhos do bebê, depois seus pés e perninhas. A pobre criança tinha apenas um dia e meio de idade e já estava sob o ataque de um aspirador de pó. Quando Marley farejou a fralda, ele pareceu entrar num estado alterado de consciência, um tipo de transe induzido por fraldas infantis. Ele estava no paraíso. Se ele tivesse demonstrado o menor gesto agressivo, seria o fim dele. Mas ele nunca fez isso. Logo descobrimos que nosso problema não era evitar que Marley machucasse nosso precioso bebê. Nosso problema era mantê-lo afastado do cesto de fraldas usadas."
trecho de Marley e eu. A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo., John Grogan

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