
domingo, 22 de novembro de 2009
Mas eu vou.
Com um livro no colo, observo Nicolás se concentrando na nova brincadeira, que poderia ser caracterizada como "travessia de obstáculos". Com muita atenção, ele estica o mais que pode uma das perninhas sobre um tijolo ou uma pequena pilha de gravetos. Depois volta e refaz o trajeto. Umas oito vezes, me parece. Agora vai até a garagem, não sem antes me lançar um olhar como quem diz vem comigo? Essa estranha inquietação não se afasta, imaginei ontem que talvez fosse algo com minha mãe, já que ela pensou que deveria ter ido, né, filha? Mas achei melhor esperar até dia 18, daí vamos ficar bem juntas e curtir as férias.
as tábuas carcomidas da garagem, o tapete mofado e se desmanchando, as coisas todas que guardamos, e a sujeira...de algum modo, penso, isso deveria ser o final. Nic não se importa com nada disso, aproveita para subir no carrinho (que também já tem seus dias contados), ou procura algo que possa carregar de um lado pro outro. Os vizinhos, muito animados, estão contando uma piada com um fundo de verdade e isso faz todos rirem muito alto. Talvez eu devesse me preocupar de menos e me ocupar de mais...cabeça vazia...Poderia dizer, de modo muito ingênuo, que minha casa é reflexo do meu mundo...como Homer (não o dos simpsons), estou esperando prá ver.
- Então arrumamos a casa de sidra para nada! comentou Homer para Olive
- Nada jamais é melhorado para nada, Homer.
A justificativa ianque para o trabalho árduo nos meses de verão é ao mesmo tempo desesperada e desfeita pelo prazer excepcional dessa fugaz estação
Mãos à obra!
sábado, 21 de novembro de 2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
do ser que continua a habitar, apesar de tudo, no
subterrâneo selvagem da rebelde e esquiva natureza feminina.
Outro dia escrevia num banco de ônibus, prá passar o tempo e amenizar o calor sufocante. Escrevia o que me vinha à cabeça para afugentar (ou tornar menos reais) os monstros que me atormentavam há alguns dias. Com Nicolás no colo, entrei no ônibus e-pausa- todos os assentos lotados. Uma pausa muito breve, daquelas em que você tem tempo de olhar e saber que mais ou menos 2/3 dos passageiros são do sexo masculino e ainda assim é uma garota quem levanta e cede um lugar. Interessante, não? Existe algo de avassalador na gentileza, algo que paira por alguns minutos numa atmosfera de acolhimento e retribuição. E que acaba assim, transposto em um texto que nem é LUNATic, nem um diário de bordo...terreno insondável de virtualidades e premeditações....voltemos ao Trapo, aquele poeta que
é um pouco maluquinho....e voce me pede histórias mais histórias você quer histórias como alguém que nasceu aos quinze anos e perdeu todo o background de lobos, cordeirinhos, ursos, chapéus vermelhos...Você não se importa de não entender minhas cartas, o que você quer é a música, a sugestão, o que parece ser, o que você quer é esse amor espicaçado palavrvoso tenso marginal e louco que te dou...eu ia te contar qualquer coisa que já esqueci porque eera mentira.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
essa é uma das coisas boas da vida: abrir um livro e logo depois da primeira frase ter que parar um pouco prá
mas onde é que eu estava mesmo?
e eu nem me lembro direito de tanta coisa...como posso basear minhas convicções em algo intangível que não está mais aqui nem lá? Ainda assim ressoa em mim, em tantas formas de reações inconscientes. Será isso sempre mau? Ou bom?
tivessem os sonhos auspiciosos o poder de transformar o tempo, todos os poetas sucumbiriam de uma só vez.
Fico pensando na maravilha que pode ser certo grau de inconsciência. No assombro que seria para nós se pudéssemos ter uma percepção verdadeiramente clara do que se passa ao redor (dentro? fora?) de nós. Enfim...não que eu esteja pensando na inércia ou apatia como algo positivo (e quem pode realmente saber?), mas talvez isso também faça parte do processo...isso é prá ser engraçado, me parece. Por exemplo, hoje falei que estava estudando japonês e a pessoa me olhou e perguntou por quê. POR QUÊ? Lembro de um dia uma amiga ter comentado comigo que estava lendo O Jogo de Amarelinha, do Cortázar, no original Rayuela e- tô pasma- eu fiz a mesma pergunta: por quê?
Uma terapeuta do ki dizia para seus pacientes se divertirem, buscarem a diversão, como parte do processo de cura (e, pelo que eu entendi, de manutenção) do corpo físico. Quem sabe não é isso que conta no final? Não a somatória de desafios vencidos à base de muito esforço, mas aquelas pequenas vitórias que passaram quase desapercebidas, como uma leve brisa, num fluido rítmico e constante, mas muito, muito suave?
terça-feira, 6 de outubro de 2009
A palavra sânscrita que designa Plena Atenção, smriti, significa "lembrar-se". A Plena Atenção consiste em lembrar-se constantemente de voltar ao momento presente. O ideograma chinês para a Plena Atenção tem duas partes: a parte superior significa "agora" e a parte inferior "mente" ou "coração”.
domingo, 13 de setembro de 2009


poréns", coisas lindas acontecem o tempo todo...pequenos milagres em formas diversas. Nicolás nos brinda com seus abraços e beijos em profusão, hoje aplaudiu sua irmã na primeira apressentação de piano (sim, sim, estou ficando caduca, esqueci a máquina fotográfca!). sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Nicolás e mamãe trabalhando no jardim. E isso foi antes do inverno...nem bem escrevi por aqui e quase acaba a estação. A vida vai passando, novos e velhos amigos, experiências que nos enriquecem e outras que nos frustram...na nossa primeira viagem, eu e Nic descobrimos certas coisas:
primeiro, não devemos subestimar certas distâncias;
segundo: nunca devemos esquecer os brinquedos, esses valiosíssimos companheiros de viagens.
Bem, estar onde se está e buscar aí o melhor a ser feito, talvez seja só isso. Muito simples, no final...não que a aventura seja deixada de lado,pelo contrário...há tanta coisa ainda por conhecer!
in your house i long to be
room by room patiently
i´ll wait for you there
like a stone i´ll wait for you there
alone
e há tanto mais por viver!
terça-feira, 7 de julho de 2009
o primeiro filho é de vidro, o segundo de elástico, e o terceiro de ferro.
Encontrei um álbum ontem do Gabriel, só dele.
mãe, isso é prá fortalecer a unha, é isso?
Nicolás ganhou no domingo um bolo de chocolate muito bem recheado, uma velinha feita às pressas, e um parabéns bem animado dos irmãos, prima Priscila, Rafa, papai e mamãe. Só não teve foto, porque , enfim...
porque, já que você não me leva nunca na manicure,
na verdade, não é só um tempo diferente (no sentido de se ter mais coisas para serem feitas em menos tempo), mas algo assim como um novo olhar sobre o ser que cresce e se modifica tão rápido sob o meu olhar. Lembranças vívidas de tanta coisa com Elora e Gabriel e de repente
eu gosto daquelas florzinhas, sabe?
sei.
lendo esse livro agora, percebi que, assim como um tradutor pode modificar completamente o título original de um livro sem necessariamente "avacalhar" a história, nós, como educadores, também tentamos modificar à nossa maneira o título de um livro a fim de "melhorar" a obra....nossa...será que era isso o que eu estava pensando agora há pouco? Outro dia fiquei tentando explicar para uma amiga o porquê de tantas letras erradas e confusas no meu texto. Nicolás por perto, abrindo gavetas e despejando tudo no chão. Tudo. Enquanto um provável incêndio precisava ser apagado, em algum lugar...
ah, que legal, tia...você também tem um blog?
Contei hoje para Priscila sobre aquele dia quente em Antonina, quando as vovós falaram para os mais novos saírem, que elas ficariam cuidando da Pri, com 9 meses então. No modo como a encontrtamos, feliz da vida, engatinhando pela sala enquanto as vovós dormiam a sono solto nas cadeiras de balanço. Hoje Pri está com 11 anos, e, ao que parece, sabe dedsenhar as tais florezinhas nas unhas, pequenos pontinhos vermelhos feitos com palito de dente.
mãe, a Pri quer usar esse amarelo que fede!
Mas isso é guache, Elora!
as risadinhas até bem depois que as mandamos deitar, as brincadeiras cúmplices, os planos...mais ou menos como Gabriel, mas em níveis diferentes. Como mudanças orbitais, talvez....é, tô dizendo que eu ando tendo idéias estranhas...quem sabe Goethe não começou assim, também? a teoria das correspondências não tinha a ver com isso?
não, foi Swedenborg...e, tô pasma. Já tinha lido alguma coisa sobre ele, mas não imaginava tudo isso...além de poliglota, filósofo, cientista, descobridor pioneiro, foi o primeiro a propor a hipótese nebular da criação do universo, meio século antes de Kant e Laplace; desenvolveu teorias sobre a natureza da energia; descobriu que o cérebro funciona em sincronia com os pulmões; deduziu o uso do fluido cerebro-espinal; foi pioneiro no estudo do magnetismo; apresentou a teoria de galáxias serem constituídas por estrelas com sistemas planetários, etc......o que o wikipédia não faz pela gente, não? Gostei mesmo foi da "máquina de voar" e dos relatos místicos, quem sabe uma hora encontro material vivo.
tia, nós vamos fazer street dance. STREET DANCE! Diga que eu tenho dez anos prá fazer junto com a Elora, tá?
Vó Laura, ao telefone, parece um pouco comigo, buscando nas crianças vestígios de uma infância eterna para serem guardados na lembrança, antes que seja tarde demais.
Lembro agora que me propus revelar (ou seria imprimir?) umas fotos para dar a ela de presente. Ela ama fotos. Álbuns e álbuns que resistem bravamente às investidas de todos que se comovem com alguma imagem marcante. Principalmente nas rodas de conversa depois dos almoços, quando ela insiste em recusar qualquer tipo de ajuda, dizendo que melhor é conversar e tomar café na sala. Os álbuns sempre estão por ali, à mão de quem queira participar um pouco daquelas cenas perdidas no tempo, guardadas como tesouros por ela. Mais ou menos como faz o protagonista do livro O Guardião de Memórias, ou The Memory Keeper´s Daughter...
é uma questão de perspectiva. Além do mais, tem a ver com expectativa também, com aquilo que se insinua em algum lugar, mas que não se vê de imediato.
o movimento em si capturado.
terça-feira, 23 de junho de 2009
cortina vaso sanitario olhei evi não não vi não sim eu vi mas se eu vi ops fiz....
...esse poema me lembra nicolas
lá vai um verso,
lá vai dois,
depois mais um:
tá bom...
guarda roupa trancado
mamae bonita está na cozinha,
eu jogo basquete,
enquanto o Nicolás, bonitinho,
bagunça a gavetinha.
Pensei em conversar mais,
mas assim não vai dar,
milhões de pessoas trabalham, e
depois vão descansar.
isso foi tudo, eu tentei avisar,
depois que chegou à Lua, o
homem não quis mais voltar!
bonito esse cachecol que eu fiz, né
o passeio hoje da escola foi em um ateliê que, bem, não sabemos o nome, mas no lugar onde se carda a lã e a transformam em novelos
de tecelagem, mãe. Bonito?
Semana passada inteira e essa também a turma faz visitas às diferentes profissões. Eu e Nic fomos em dois (ou três?) desses passeios. Elora agora contabiliza quantos cachecóis vai fazer e vender depois! fico pensando onde isso tudo começou...bem, talvez faça parte do proceesso. Padre Pio dizia que as coisas do mundo precisam ser conhecidas para serem amadas (eu já escrevi isso em algum lugar...), mas as coisas divinas devem primeiro ser amadas para depois serem conhecidas.
mãe, lembra quando eu fiz hadunga e ele ficou paralisado?
coisas lindas ao meu redor, me fazem sorrir, mesmo quando às vezes parece tão difícil.
sexta-feira, 12 de junho de 2009

...quem diria...quem escrevia pelos cotovelos e dizia que queria ser escritora quando crescesse, hoje passa os dias exercitando coisas várias. uma delas, como não poderia deisar de ser, são as trocas de fraldas, claro.
bem...uma coisa me deiuxou feliz, outro dia. Ouvi que na Grã-Bretanha tem uma empresa que vai reciclar fralda. Já pensou....o cara lá, usando um capacete, e feito de que, de que, de que???? hmmmm, isso faz a gente pensar em cada coisa...enfim, acabei de falar coim minha irmã pelo messenger. Tudo bem que o mundo tá cada vez mais acelerado, mas não...ah, não, se eu fosse ligar a câmera, daí que a gente não saía mais daqui, né Maggie? buenas, como eu te disse....you just call up my name....and you know, wherever i am...i ll come running...see you again...all you got to do is calll...nossa....esse texto ficou com cara de salada, daquelas que tem de tudo um pouco e uns croutons prá enfeitar....Elora na árvore que já foi igreja e agora é um predio comercial nas brincadeiras da turma...tsc, tsc, weird world!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
"A mecânica quântica é a parte da física que tem revelado ao mundo científico as antigas verdades espirituais."É dentro do domínio da física quântica, estudando as partículas sub-atômicas, que a realidade não-material se revela aos olhos dos cientistas. Professor de física na Universidade do Oregon e doutor em residência no Instituto de Ciências Abstratas em Sausalito, CA, Goswami é um indiano radicado nos Estados Unidos que sustenta ser a consciência a criadora da realidade física. Ou seja, algo só existe no plano material porque foi criado, primeiramente, em outros planos. "Os corpos são criados a cada momento pelas escolhas que são feitas", afirma ele. "Literalmente, seu dedão do pé não está lá até que você pense nele".Pode parecer meio radical para os materialistas. Mas Goswami está absolutamente convencido. A ponto de afirmar que a cura das doenças, de qualquer doença, é possível no plano da consciência. É o que ele chama de cura quântica. Através desse mecanismo, um câncer pode ser curado pelo pensamento."Um câncer escondido no corpo não é ainda um fato concreto, material. Sendo assim, podemos cura-lo". A idéia tem estreita relação com o princípio, por exemplo, da homeopatia ou dos florais de Bach. Para essas disciplinas, a doença aparece muito antes de se manifestar no corpo físico. A doença, como a entendemos, começaria no plano emocional, psicológico, nos corpos mais sutis do homem. Sendo assim, nada nos impediria de curá-la antes mesmo que se manifeste fisicamente. É como se existisse um corpo, que Goswami chama de vital, que formaria o mapa do corpo físico. "Os chakras são os lugares onde as formas se criam. A física quântica está dizendo que podemos confiar na medicina dos chakras. É aí que a medicina oriental e a ocidental se encontram".Goswami defende que a mente pode alterar a matéria, porque partem de uma mesma essência.
Além disso tudo, ele afirma que a consciência do observador é a mesma do objeto observado - e ambas são a mesma consciência que é a origem de tudo. Lembram do filme The Matrix, quando o menino budista entortava a colher? "Não existe colher", ele diz. O que precisa ser entortado é a mente. É mais ou menos isso que afirma Goswami.O princípio da não-localidade é importante para entender as idéias expostas por Goswami. A consciência não-local é aquela que permeia tudo, não está contida em lugar algum. Através da consciência não-local é que se pode perceber a conexão entre todas as coisas do Universo. É como se, por trás da realidade material que observamos, existisse uma matriz, um molde de tudo que é criado. Esse molde permeia tudo que existe, e é através dele que tudo está conectado.
O pensamento de Goswami pode ser enquadrado na idéia do idealismo monístico, uma posição filosófica que já foi considerada pré-científica porque existia antes do advento do materialismo dualista - que representa o atual ponto de vista científico. O materialismo dualista assume que a matéria é a realidade primária, e que a mente é separada dela, porém dependente ao mesmo tempo.Nessa visão, a mente é algo secundário, um fenômeno que está presente apenas em cérebros. O idealismo monístico inverte essa posição.Por esse ponto de vista (que pode ser traçado a Platão, no ocidente, e ao hinduísmo e budismo no oriente), existe apenas uma mente - que é a realidade primária. Agora que vem o mais bacana...A matéria é uma expressão da mente, e não separada da mente: mente manifestada materialmente. A visão expressada pelo místico Edgar Cayce é um exemplo perfeito de idealismo monístico. A fórmula de Cayce, por exemplo (O Espírito é a Vida, a Mente é o Construtor, a Matéria é o Resultado), confere à consciência um papel muito criativo na manifestação do mundo material.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
E se não fosse essa árvore que temos no jardim, com certeza seria mais difícil morar aqui, principalmente nesses dias quentes...mas nem tudo são agonias. Debaixo do pé de mimosa há
quartos de verão, onde se gosta de estar unido à noite morna, onde o luar apoiado nos postigos entreabertos lança até o pé do leito sua escada mágica, onde se dorme quase ao ar livre, como a ave balançada pela brisa na ponta de um ramo.
Nem de longe o cenário campesino do menino Proust se pareceria com o que temos aqui, mas a brisa que o livro traz dá certa leveza para as tardes quentes. Não tão quentes como as do oeste do Paraná, onde mora minha nona e para onde, talvez nesse mesmo momento, estejam chegando, de caravana, vários parentes para comemorar seu aniversário. Falando agora com Jonas, ele me diz que a nona pediu prá todos que pelo menos amanhã façam o favor de respeitar, não quer festa. No sábado e domingo tudo bem...e, numa pausa que eu dou
prima! Não quer vir prá cá também?
e pensar que lembro de você pequenininho, maninho...
Nona vai fazer 84 anos amanhã. Dez filhos, mais de vinte netos. Lembro do terror que era descer ao porão, as brincadeiras do copo e os furtos à lata de bolacha feita em casa(mas daquelas latas imensas), a colheita de uva e os intermináveis jogos de cartas. Crianças e adultos ao redor da mesa, todos falando ao mesmo tempo (ainda mais no final da noite, quando alguns já haviam bebido o bastante), e risadas, tantas risadas...do nono só lembro da rouquidão, o câncer tomando conta enquanto ele ia ficando magrinho...ele na varanda, fumando o palheiro e olhando a estrada, como se já estivesse em outro lugar. Gostava do cheiro de fumo dele, as maçãs do rosto salientes como que sustentando um sorriso pros netos que vinham, um depois do outro desejar buon principio del anno, envergonhados mas morrendo de vontade de ganhar as cobiçadas balas, que só se adquiriam se a tradição do dia primeiro de janeiro fosse cumprida.
O que fica da vida que vivemos? Como diz Hubert Reeves, será que temos o direito,do alto no nosso conforto cada vez maior, de ignorar os quatro quintos da população humana? (ele se referia à questão de distribuição de recursos no planeta). E por quanto tempo mais a ilusão desse modelo ainda vai perdurar? Não que eu tenha respostas prontas, mas acredito que é extremamente urgente comçar a ter um pensamento de base em relação a tudo isso. Como ele mesmo afirma, dentro dessa ilusão, há aquela que é herdada do cientificismo, que afirma que, de um jeito ou de outro, nós vamos encontrar uma solução para os problemas que surgirão. Pois é, mas quando espécies animais ou vegetais desparecem já é tarde demais. Resta-nos então, adivinha o quê, hm, hm???????
Adaptação!!! Bora!


