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quarta-feira, 17 de abril de 2019

O Retorno

Cá estamos nós, 6 anos depois de muitas, mas muitas e grandiosas aventuras em série....
Finalmente vou poder me expressar aqui também
Luísa se parece muito comigo, ama as letras, livros e gatos em geral
eu também gosto de megalodontes!
A propósito de livros, todos andam um tanto quanto obsessivos por aqui com algumas séries
desventuras em Série é o meu favorito! E o seu, Nick?
....está a caminho....
o que ele quer dizer (muito parecido com o modo de se expressar da Sunny, do livro citado anteriormente) é que ele realmente ficou encantado com o mundo dos dragonetes, e impressionado com a guerra de umas 7 rainhas, e ficou todo feliz da vida quando soube que amanhã o papai vai lhe dar o terceiro da série Asas De Fogo, algo assim....
Amanhã ele faz uma resenha
ah, mas eu queria montar o MEU blog...
parece que não é o único...Luísa e Nicolás, esses dois companheiros mais próximos nessa viagem ultramegafantástica, parecem estar querendo içar as velas dos seus próprios barcos da prosa virtual...
isso faz lembrar o Lago Lacrimoso
não deixo de pensar que o rio da vida é assim, um constante fluxo de ideias,
de idas e vindas
partidas e chegadas
puro movimento!

segunda-feira, 25 de março de 2013

fantástico, não é......
as mudanças que ocorrem no mundo, dentro e fora de nós.
tecnologias que transcendem as ideias mais mirabolantes,
ainda assim...

 algo pulsa em acordes perfeitos
 tendendo ao equilíbrio.
 dias de escola e dias de parque...esse mesmo, tão mal falado e ainda assim tão querido,
o Passeio Público, com balanços que chegam até no céu!!!!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

é impressionante mesmo,
depois do advento Facebook, tudo fica muito mais rápido de ser compartilhado na net.
Nem tudo.
mas agora o cansaço domina, acabamos de voltar da praia, as idas e vindas
dessa vida louca vida que de todo jeito tem mais é que ser bem vivida.
Bora viver mais, escrevendo o tanto que eu quero,
sem complicação
e com muito, muito amor...
seja ele...
como for (tinha que rimar, não tinha? ah, é bonitinho...;)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012




Festa de níver Luísa e Nicolás!!!!! Amigos, balões, pipoca e bolo...até a Billie curtiu a festa e o chamego de todo mundo!!! Já que o dia não era de sol, curtimos o festão no apê mesmo...até música ao vivo tivemos, viu Peter? Bom mesmo foi o presente família que a nona trouxe: ma´quina fotográfica!!! é nóis na foto!!!
como deu pra perceber, só faltava mesmo tempo pra postar....e tem coisa viu...próxima aventura: ilha do Mel, aguardem!

terça-feira, 24 de julho de 2012

pensei em começar assim:
sou o terror dos parquinhos...mas prefiro me ater ao lado bom da vida, do TOdo. Sim, eu sei, chegar com aquele cachorro imenso, dourado, correndo feito doido de boca aberta (eu diria sorrindo!) assusta mesmo as criancinhas, ou as mães mais cuidadosas nesses parquinhos da vida...É, não é fácil a criação. Realmente, cuidar para que todos tenham o que precisam, na medida justa, é uma tarefa hercúlea, visto que nem mesmo temos certeza do que significa ater-se à Lei que rege os universos. Viagem total, eu sei. Mas cansei de meias-medidas, sou o terror mesmo dos parquinhos, 
principalmente em época de desconfiança, ou de falta de amor. Porém tenho aprendido muito sobre a doação, de tempo, de energia (e haja energia!!!), e sobre o transformar-SE. A realidade que nos circunda é apenas mais um dos véus de maia, entre incontáveis experiências que tivemos ao longo de eons...não me canso com facilidade, mas algo em mim palpita entre o agitar-se de um mar em fúria e o silencioso olhar de deserto. Já mergulhei em mim mesma para me dar conta de que realmente não há um "certo". O movimento que nos rege é a própria manifestação da VIDA imensurável, divina...e o ater-se a formas pré-definidas é só um meio de dar mais sentido "concreto" ao que nos rodeia...há tanto ainda para percebermos...ok, menos metafísiquanticismo e mais vida normal: hoje Nicolás desenhou uma araucária. Sim, uma araucária em que se escondiam besouros, segundo ele. E ela estava firmemente plantada num solo cor de terra. Tudo isso banhado pelo sol radiante, e emoldurado! Mesmo me pedindo "tarefas", ainda acredito que a escola pode esperar...sim, eu sei que pode. 
Brigas entre irmãos, pequenos ajustes de limites e forças contrárias:
Eu tô avisando: se não parar já com isso...
Mas foi ela que começou!!!
tô avisando...não vai ter biblioteca hoje à tarde!
ah não...
Posso dizer que nesses momentos algo fulgura...o castigo de ficar sem o universo lúdico, sem a "ponte" que nos liga ao mundo das ideias-imagens. E pronto: acabou. A discussão dá lugar à troca, ao próximo passo, outro brinquedo, outra cor...mesmo um desenho, um filme, que prefiro guardar para o último caso, meu momento mais "canseira" mesmo. E tocamos o barco, sem repudiar nem dar muita atenção, caminhando com tranquilidade, como deveria ser...ou não?
Prefiro acreditar que sim, talvez eu esteja em um "caminho certo", mesmo indo atrás de um dos livros que a Rosely Saião comenta no seu blog: Como Amar uma Criança...esse é pra depois de tudo, de todos dormido, e fica para o próximo post...
  

quinta-feira, 14 de junho de 2012

meu pai tem 77 anos.
Amanhã, às sete e meia, embarca na rodoviária em busca do amor. Eu diria que o amor é capaz de passar por todos os obstáculos, enfrentar todos os medos, transpor todas as inseguranças juntos. O amor, capaz de juntar duas que pessoas que podem se amar eternamente e pelo simples prazer da presença dessa pessoa. Uma ligação química entre duas pessoas ou a magia de deus sobre nós.
Pai, (nono) parabéns, seja feliz!!! 
é, mas vocês tem que compreender que o amor é o único mandamento divino, do mestre do universo. Porque é aprendendo a se amar que você pode amar o seu próximo.
A música que ressoa, meu pai contando tudo que aconteceu ao longo da vida, as músicas, os inúmeros instrumentos que meu avô tocava
uma tuba imensa...e é uma pena não ter trazido um banjo quando voltei do Iraque. 
Os cursos e graduações várias dos filhos todos. Uma certa decepção pelos mais "perdidos". Uma vida bem vivida, ao que ele diz...Elora ansiosa aqui do lado com o movie maker...ah, tanta tecnologia...

terça-feira, 3 de abril de 2012

Havia um relógio, bem alto, no sol, e pensei que quando a gente não quer fazer uma coisa o corpo tenta levar a gente a fazer a coisa sem se dar conta. Senti os músculos da nuca, depois ouvi o tique-taque do relógio no bolso, e depois de algum tempo me desliguei de todos os outros sons, só restava o relógio no bolso.
Tem coisas que não têm muita explicação mesmo,
e querem porque querem ser acontecidas, ou algo assim. A pressa talvez não seja uma boa coisa,
mas se a consciência estiver presente momento a momento talvez algo bom possa surgir daí. Hm, complexo. Ou não.
Olhei para trás, para a vitrine. Havia uns doze relógios na vitrine, marcando doze horas diferentes, cada um deles com a mesma convicção determinada e contraditória que o meu manifestava, mesmo sem ponteiros. Um contradizendo o outro. Eu ouvia o meu, a tiquetaquear no meu bolso, muito embora ninguém o visse, muito embora mesmo se o vissem ele não pudesse dizer nada a ninguém.
E as escolhas ficam a cargo do que, afinal?
Mais um relatório que chega, preciso pausar o que estava delineando aqui, passar para outro tipo de leitura, de revisão...
Pois bem, diferentes tipos de leitura...O Som e a Fúria, do Faulkner, era algo que eu tinha que ler, um desses livros que já comecei a ler uma três vezes e não foi pra frente. Como a Montanha Mágica também. Entre o trabalho de revisão online, cuidar da casa, das necessidades várias, entre músicas e comidas e conversas com minha mãe sobre o que significa o tédio a rotina o trabalho ganhar dinheiro cuidar dos filhos e ser feliz!!! Entre tudo isso...bem, ainda sobra espaço para um certo tipo de tempo fora do tempo, algo como estar com um livro e com tantos ao mesmo tempo. Algo necessário. Pelo menos para mim.
Tinha até esquecido como era. Tempo de ler um livro, tempo de ser olhada nos olhos de um jeito
que me faz lembrar algo distante. E isso é bonito demais para não estar aqui, pelo menos é justamente aquilo que deve ter feito com que um ou outro tivesse tido a vontade de levar o livro para ler em casa:
Era o relógio do meu avô, e quando o ganhei de meu pai ele disse Estou lhe dando o mausoléu de toda esperança e todo desejo; é extremamente provável que você o use para lograr o reducto absurdum de toda experiência humana, que será tão pouco adaptado às suas necessidades individuais quanto foi às dele e às do pai dele. Dou-lhe este relógio não para que você se lembre do tempo, mas para que você possa esquecê-lo por um momento de vez em quando e não gaste todo seu fôlego tentando conquistá-lo Porque jamais se ganha batalha alguma, ele disse. Nenhuma batalha sequer é lutada. O campo revela ao homem apenas sua própria loucura e desespero, e a vitória é uma ilusão de filósofos e néscios.
Livros para serem lidos?