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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

a gente fica se perguntando por quê.
Por que ela foi tão cedo, assim meio de repente, no sofá "dela"...mas por que, afinal, eu também não disse tudo que agora eu queria ter dito,
o quanto ela era importante para mim
e o quanto eu a amava, uma mãe, uma amiga.
Alguém que me faz sentir que posso ser melhor, só porque ela existiu na minha vida
e pelas tantas coisas boas que ficaram,
os trejeitos, os dizeres, as frases na agenda
Meta para 2000: realizar o melhor negócio: VIVER!
Laura era assim, realizada em vida. Vivendo e ensinando a viver,
amando a todos e cuidando...
agora essa saudade, essa tristeza que de vez em quando volta. Mas não há como deixar de pensar no seu jeito sossegado, e no que ela diria se visse esse estado de ânimo. Tudo se ajeita, ela diria...como ao telefone,
Laura, tudo bem contigo?
Tudo ÓTIMO!
seguimos agora sem você,
mas levando conosco um pouco desse amor sabedoria que você nos deu,
gratidão.

sábado, 3 de dezembro de 2011




Mudanças.......

juro que tentei girar as fotos, mesmo!

então....depois da tempestade, arrumar a bagunça que ela deixou,

como disse o Bah outro dia. Entre uma martelada e outra, arrastar uma cadeira prá cá e mudar

uma outra coisa ali, ou deixar ir aquilo que eu jurava imprescindível e, bem, nem tanto assim, lá vamos nós

por entre ervilhas de cheiro (já quase nem se vê dessas, sabe), descobrindo os caminhos e congestionamentos e mercadinhos da região. D. Terezinha compartilha limões, nectarinas, manjerona e o que mais houver no seu quintal, tudo por um dedinho de prosa.

Vamos caminhando, Luísa e eu,

devagarinho fim de tarde, tentando entender o porquê da pressa de tanto motorista "fimdesemana"...encontro: uma ruazinha ali, de terra mesmo, numa curva um acer e logo mais à frente...quem seria...? Temos tempo pra conhecer, por enquanto só um boa tarde para a senhora robusta que sobe no trator (gostei disso!) e seguimos...lantanas, dente de leão, frio de inverno numa primavera preguiçosa, mas ainda assim esse gostinho do sempre. O ritmo das músicas do shabat das 12 tribos, de ontem...alegria, amor, gentileza...saudade de um pouquinho mais, quem sabe outra sexta. Nicolás aguentou firme até quase meia noite, Luísa batia palmas mas não desgrudava facil, diferente de Abraão, de 1 ano e meio já solto e procurando as novidades do lugar.

Um sussurro outro dia dizia: o que nos une é mais forte, e mais real, do que o que nos separa.

SEmPre.


...vento lá fora,

de manhã a chuvinha, depois o sol e agora me lembro da roupa que não recolhi.

Luísa reclama no sono.

como perceber o dharma entre tantos aspectos diferentes de uma mesma realidade?

Lá vamos nós, mais uma vez...

a aventura recomeça.

Mas tem estrelas no céu, quem sabe amanhã tem sol!