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segunda-feira, 22 de março de 2010


Nicolás só me faz passar vergonha...Olha o que ele faz na hora de comer: um bocão que cabe um piano dentro!!! Ele é fofo mas tem suas desvantagens...por exemplo, ele gosta de rosa... deu prá ver pelo babeiro rosa, não é minha gente? HAHAHAHAHAHAHA!!!!!
E aqui do lado vocês tem que adivinhar o que tem dentro da caixa. Se falaram um gato, acertaram!!! E deu prá ver que ele gosta de música, olhe e leia o que está escrito na caixa. Não sou só eu que gosto de música, hm?
Já deu prá perceber que quem lhes conta essas histórias divertidas sou eu, ELORA!!!
ISSO É TUDO, PESSOAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




A mala do quarto ano é essa, e a minha mãe que fez ela só pra mim...claro que os meus colegas também ganharam, e os pais deles ajudaram na fabricação delas. Veio um pai de outra escola waldorf que nos ensinou a fazer as lindas malas de couro. Não foi fácil! Ficamos desde as 9 horas até às 10:30 pm!!! Isso porque nós estávamos com o Nic. Meus colegas chegaram as 8 am e saíram meia noite!!!! A parte boa é que a gente pediu pizza, e mesmo estando com sono foi superdivertido....brincamos muito de bambolê e corda. Esse foi o dia da Mala!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Pessoas amorosas, que não se deixam levar pelo cansaço, nem pelo deesânimo. Foi isso que vi no sábado, desde cedinho até à noite (bem tarde, muuuuito tarde, diga-se de passagem). Mas depois do trabalho realizado, o que ainda me comove é o novo olhar sobre nós mesmos, o que somos enquanto indivíduos, enquanto pais e mães,
Queridos pais: Bravos, guerreiros! Nossa oficina de malas de couro foi um dos momentos mais bonitos que eu já pude presenciar em nossa caminhada. Ver o quanto nos importamos uns com os outros, como treinamos em todo esse tempo o desapego, e o quanto nos dedicamos com todo o nosso ser em prol dos nossos filhos e da realização de uma tarefa em conjunto, foi emocionante! Provamos para nós mesmos o valor inestimável do trabalho comunitário, desenvolvido em plena confiança, e testamos os nossos limites. Quanto vale cada mala que nós confeccionamos? Não tem preço! Elas estão impregnadas com nossa perseverança, nossa reverância e o nosso amor! O Augusto, na despedida, emocionado também, me falou: Esta mala que vocês me deram eu vou guardar para o meu filho André. Tenho certeza que ele levará muita luz quando for para o primeiro ano. Simone, cuide bem dos pais desta turma, nunca vi pessoas de tantas qualidades! Espero que todos tenham descansado bastante, que me perdoem pelo looooongo trabalho e que levem nos seus corações toda minha admiração e toda a minha gratidão.Deixo aqui o verso de Rudolf Steiner que inspirou-nos neste dia...
"Confiança é uma das palavras de ouro que, no futuro, deverão dominar a vida social. Amor pelo que se tem a fazer é a outra palavra de ouro. E, no futuro, serão socialmente benéficas as ações que forem realizadas por amor aos homens em geral."
Com carinho,Professora Simone.
A confiança tornando-se guia. Sem confiança não conseguiríamos realizar o que para alguns é inalcansável...jogar fora todo o medo e preconceito e estar aberto para o novo, para o inusitado. Parece que a cada dia posso aprender um pouco mais, deixar de lado um pouco esse pequeno eu e voltar meu olhar para dentro, um pouco além de mim. E tão bonito todos os três ali, juntos. Meus companheiros de viagem tão queridos, Nicolás, Elora e Gabriel...sim, concordo, árdua é nossa jornada na vida.
A cada "Projeto" que a turma se propõe, vou lapidando o senso, o tato, os acertos e o que deve ser refeito e revisto em relação ao ser humano em comunidade.
Melhor que todo esforço, é ver crianças que brincam, sorriem, esbravejam, brigam, fazem as pazes, correm e exaustas adormecem com sorriso nos lábios, por um vivência - que planejamento algum - é capaz de dar certo, só mesmo no improviso certo de pais que se unem por um único ideal: o bem comum. Isso é prática, teoria é fácil.
Sem palavras prá agradecer Augusto, que firmemente calado e pensativo não parou um minuto, tentando bravamente responder as perguntas mais obssessivas e criteriosas de pais sedentos "de saber". Obrigada, Simone, por bancar as loucuras que sabe que nós embarcamos.