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sábado, 29 de maio de 2010


ese e´o nik vc deve estar pensando que ele e´um indiosinho mas não e´ ate´ eu fiz pra ele uma poisia ela se chama

eskinovia rondon kis

nik nik pequeno fofinho grande ou pequenininho vi um lindo passarinho pequenininho ou grandão vi outro tubarrão nik nik ourusinho vestido ou anjinho rob rob rombrinho caderninho ou soninho fotinho da mama pra dormir.;,/;]´[~/;

lindo o versinho e ainda por sima o versso e´ mais estranho do que o nome eu acho que esse verso vai ser bem famoso hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hihi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi hi ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha he he he he he he he he he he he he he he he he he hu hu hu hu hu hu hu hu hu hu ho ho ho ho hoho ho ho hiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!

ate´ outro dia baibai


sexta-feira, 28 de maio de 2010

...cinco kilos de barriga, outros cinco de provas prá corrigir. ônibus lotado, a barriga espremida e nem era a hora do rush...aos trancos e barrancos e já era o segundo ônibus, porque vai que o próximo vem mais vazio. Depois de andar umas 10 quadras com a sensação de estar levando o mundo nos ombros, as pernas latejando, a dificuldade em manter o equilíbrio em pé(os meninos do colégio riem quando digo para se sentarem mais adequadamente, como cavalheiros...estou tão antiquada assim?), veio subindo aquela vontade de chorar de um jeito...porque ninguém se olha mais. Estão todos olhando tão prá dentro que tanto faz o que está acontecendo ali, do lado. Um cansaço de tudo, uma falta de cuidado em mim, nos outros, no mundo em que vivo. Então me chamam pelo nome. Quem mais poderia ser?
Maria, claro! Minha vizinha, com aquele jeito meio espalhafatoso de dizer exatamente o que pensa, arregalando prá você uns olhos azuis que parecem ficar maiores quando ela dá risada. De tanto falar na receita de pão com soja que fez, fui obrigada a parar na casa dela para um café (com os pãezinhos, claro!). Escurecia, na sacola com outros pãezinhos, uns limões e um punhado de poejo, senti que levava algo mais comigo. Acho que um certo alguém que divide comigo esse corpo agradeceu a mudança de humores....ah, esses humores, não? Yogananda dizia que quando você fica sintonizado com o Espírito, está pensando criativamente, então não sente o corpo ou seus humores. Exercitando...

terça-feira, 25 de maio de 2010


E eu mesmo não sei se sou um falcão,
uma tormenta
Ou um grande canto.
Há dias venho pensando nisso.
Inda há pouco, conversando com Adèle, comecei a me escutar e percebi que, no final, aqui é o lugar certo. E quando deixar de ser (ou isso ou aquilo), tudo bem do mesmo jeito.
O personagem Chamdi diz, em uma oração, eu prometo tentar ser feliz. Quase coloquei de lado a história, mas ali tem algo. O menino órfão cria para si Kahunsha que, para ele, significa " a cidade sem tristezas". Vivendo em Bombaim em meio à violência e pobreza, o mundo ainda guarda um significado oculto para o meninno com costelas de dente de elefante. As histórias sempre me encantaram, e também os contadores de histórias...acho que por isso me encanta quando Chamdi quer saber quantos idiomas existem nesse mundo. Um dia ele vai criar o seu próprio idioma. Este pensamento o deixa feliz. Vai inventar palavras que só podeerão confortar, nunca ferir. Mas Chamdi se pergunta se as pessoas da Terra terão o poder de falar com beleza.
Aí está o cerne da questão. Onde fica a beleza de cada momento? Desse momento? Dos encontros? Trabalhando e servindo em grupo é quase possível tocar essa beleza. Mas é bom que não, que a gente deixe que aconteça em nós sem que estejamos muito presentes nela...
Como minha irmã, desejo esse caminho, mas ainda há os outros serviços a serem feitos dentro da própria família, da própria célula-comunidade, do carma.
Fica a beleza do inesperado também! A pequena se move, é beijada pelo irmão através da pele da minha barriga, sente aquilo que sinto, ouve minhas risadas e (muito menos) meus lamentos. E ali, abrigada, protegida, se prepara...será que sente meu temor? Breve, muito breve, mas a lembrança do que é exigido naquele momento é algo muito forte para ser esquecido. A sensação de pular de um abismo deve ser parecida, mas tudo bem, tudo bem...apesar da pressão bem normal, preciso pôr em ordem meus pensamentos e sentimentos. Toda noite assim, breves momentos de imersão no essencial. A ordem, tão amada, muito interna e curativa, se é que cabe no contexto...na retrospectiva do dia, fica a alegria de Nicolás ao ver umas galinhas passeando pela calçada enquanto íamos ao postinho.
Impressiona, não? Galinhas! No bairro! E passeando pela calçada! Ficou mais leve a subida com o carrinho, pausa para respirar e deixar ir pensamentos preguiçosos e não tão bons quanto ao carro estar na oficina por tanto tempo porque bateram nele e todas as contas por pagar e aquela bobagem de o que será que devo aprender com isso? Pausa. E tudo está como tem que estar.
Agora entende por que está enxergando as buganvílias na escuridão. Ele está dizendo adeus. Se tivesse que partir durante o dia não iria aguentar. Agradece-lhes pelas cores que lhe deram, então corre até elas e pões na boca as pétalas vermelhas, sem se preocupar com os espinhos. Elas também me amam, pensa Chamdi, enquanto as flores roçam sua pele (...)
A canção de Kahunsha
Anosh Irani

domingo, 2 de maio de 2010

Dia cheio! O sol inundando a casa enquanto eu e Nic cuidávamos da horta e do jardim...na fase em que o movimento é a base de tudo, Nicolás experimenta sentir o espaço de diferentes modos. Além de saltar por todos os lados, a irmã outro dia colocou-o em cima da árvore, só prá sentir o "gostinho da aventura"...
apesar da história de que os beijinhos são uma "praga" que veio de fora, gostei do que o Gyu comentou a respeito...no último trabalho da rede de Cura decidiu-se que plantaríamos flores!!! Foi maravilhoso" Até o Nic participou, junto com os outros pequenos e grandes lá da comunidade. A propósito também da oficina do Gyu, de Ali(nha)mento Solar, onde fizemos várias considedrações a respeito das "pragas" comestíveis, ficou estabelecido que os beijinhos vieram prá florir os caminhos mesmo!!! Principalmente locais úmidos, sombreados...estão dominando a paisagem enquanto ninguém decidir pôr limite à manifestação radiante!!!

E enquanto uns de nós se habilitam nos sucos verdes (Nicolás provou e aprovou.), outros iniciam-se nas maravilhas culinárias. Gabriel fez questão de procurar na net uma receita que ele tanto queria fazer.
Claro que o nhoque frito só rendeu o almoço, já que os "ajudantes" se mobilizaram em provar a receita enquanto estava sendo feita....