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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

No dia 11 de setembro de 2001, quando terroristas jogaram aviões contra as Torres Gêmeas em Nova York e um sobre o Pentágono em Washington, morreram cerca de 3 mil pessoas. Foi uma atrocidade que paralisou a humanidade.
No mesmo dia, exatamente 16.400 crianças abaixo de cinco anos morreram de fome e de desnutrição, cinco vezes mais do que os mortos pelo terrorismo. No dia seguinte e nos outros dias sucessivamente durante todo um ano, 12 milhões de crianças foram vitimadas pela fome, e ninguém ficou estarrecido diante dessa catástrofe humana.
(...) A atual forma de organização econômico-social da geossociedade e a cultura individualista que se propagou por todos os quadrantes não favorecem o ideal de comensalidade. A maioria dos seres humanos vive alienada da real situação da Terra. O desafio que se impõe parece ser este: passar de uma sociedade de produção industrial para uma sociedade de promoção de toda a vida.
Uma precondição mais imediata e possível de ser posta logo em prática é o novo padrão de consumo.
Consumimos não apenas o necessário, o que é justificável, mas o supérfluo, o que é questionável...Como Leonardo Boff afirma, no Virtudes para um mundo Possível, trata-se mesmo de deixar de lado, abrir mão, mas não por carência, e sim por amor. Amor ao todo, à vida, àquilo que dá a vida...
O fim de semana que passou foi cheio, incrivelmente cheio. Idas ao teatro, à Capela \sta Maria para ouvir sentir a Camerata, festas de aniversário com direito a cama elástica para os grandes e pequenos, amigos de tanto tempo, aconchego de um jardim Waldorf, visitas a quem chega por esses dias...sim, cansativo mas maravilhoso. O tempo nublado mas o coração tão cheio desse calor transbordante!!! Agradecimentos especiais ao seu Alberto que disponibilizou o "carrão" para levar a turminha ao teatro, ver as coisas lindas que a Alessandra Flores compôs nesse Labirinto do Mundo, e ainda a minha mãe mais querida do mundo que com essa paciência enorme resolve, ajeita, segura as pontas e cuida dos pequenos enquanto eu posso voar um pouquinho...
bem, hora de voltar, o dia a dia e as contas todas e o futuro-como-será?
vamos caminhando...agora a tônica do perceber a nossa própria criação e o que, exatamente, devemos alimentar.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Como era mesmo que o Jorge Oro dizia...
o tempo é um corte na eternidade, temos que aprender a viver o que já está aí,
viver no sempre.
tanta coisa agora...pai de mudança pra Antonina,
pessoas que precisam de mim,
a dor que surge e que precisa ser cuidada,
esquecer ou lembrar, depende da nossa disposição e daquilo que "alimentamos".
puxa, pensei em tanta coisa antes de sentar aqui para escrever e agora....cadê? Esse deliciar-se com uma série do começo ao fim eu sei como é...e meu pai, aficcionado por sci-fi, entrou na Battlestar Galactica e não há quem tire! Até fez uma tentativa para operar o notebook mas parece que ainda não consegui convencê-lo dos benefícios de conseguir mexer na coisa...
bem, bem...enquanto isso, Nic e Luísa vão crescendo com essa rapidez impressionante,
outro dia, limpando a cadeirinha de carro que- graças à boa ajuda providencial da nona mais uma vez!- vai ser usada novamente, Nic colocou Luísa sentada e, pegando uma tampa de panela para servir de volante, me avisou muito sério:
Mãe, Nic vai levar Ísa passear
Puxa, que legal Nic!!! Onde vocês vão???
Ah, a gente vamo comprar feijão, arroz, suco...

Parece que a nossa forma de amar também muda à medida que evoluímos,
ouvi isso outro dia e sinto que é um caminho muito válido. Agora o novo projeto é música,
vamos ver se consigo levar um ou dois nessa paresentação da Camerata Antiqua de Curitiba. Vamos ver...depois eu conto, que agora Nic aqui do lado me chama a atenção de tudo que é jeito, dizendo aquele mãe, tô com fome!!!!
Alimentemos, pois.