No mesmo dia, exatamente 16.400 crianças abaixo de cinco anos morreram de fome e de desnutrição, cinco vezes mais do que os mortos pelo terrorismo. No dia seguinte e nos outros dias sucessivamente durante todo um ano, 12 milhões de crianças foram vitimadas pela fome, e ninguém ficou estarrecido diante dessa catástrofe humana.
(...) A atual forma de organização econômico-social da geossociedade e a cultura individualista que se propagou por todos os quadrantes não favorecem o ideal de comensalidade. A maioria dos seres humanos vive alienada da real situação da Terra. O desafio que se impõe parece ser este: passar de uma sociedade de produção industrial para uma sociedade de promoção de toda a vida.
Uma precondição mais imediata e possível de ser posta logo em prática é o novo padrão de consumo.
Consumimos não apenas o necessário, o que é justificável, mas o supérfluo, o que é questionável...Como Leonardo Boff afirma, no Virtudes para um mundo Possível, trata-se mesmo de deixar de lado, abrir mão, mas não por carência, e sim por amor. Amor ao todo, à vida, àquilo que dá a vida...
O fim de semana que passou foi cheio, incrivelmente cheio. Idas ao teatro, à Capela \sta Maria para ouvir sentir a Camerata, festas de aniversário com direito a cama elástica para os grandes e pequenos, amigos de tanto tempo, aconchego de um jardim Waldorf, visitas a quem chega por esses dias...sim, cansativo mas maravilhoso. O tempo nublado mas o coração tão cheio desse calor transbordante!!! Agradecimentos especiais ao seu Alberto que disponibilizou o "carrão" para levar a turminha ao teatro, ver as coisas lindas que a Alessandra Flores compôs nesse Labirinto do Mundo, e ainda a minha mãe mais querida do mundo que com essa paciência enorme resolve, ajeita, segura as pontas e cuida dos pequenos enquanto eu posso voar um pouquinho...
bem, hora de voltar, o dia a dia e as contas todas e o futuro-como-será?
vamos caminhando...agora a tônica do perceber a nossa própria criação e o que, exatamente, devemos alimentar.
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