juro que tentei girar as fotos, mesmo!
então....depois da tempestade, arrumar a bagunça que ela deixou,
como disse o Bah outro dia. Entre uma martelada e outra, arrastar uma cadeira prá cá e mudar
uma outra coisa ali, ou deixar ir aquilo que eu jurava imprescindível e, bem, nem tanto assim, lá vamos nós
por entre ervilhas de cheiro (já quase nem se vê dessas, sabe), descobrindo os caminhos e congestionamentos e mercadinhos da região. D. Terezinha compartilha limões, nectarinas, manjerona e o que mais houver no seu quintal, tudo por um dedinho de prosa.
Vamos caminhando, Luísa e eu,
devagarinho fim de tarde, tentando entender o porquê da pressa de tanto motorista "fimdesemana"...encontro: uma ruazinha ali, de terra mesmo, numa curva um acer e logo mais à frente...quem seria...? Temos tempo pra conhecer, por enquanto só um boa tarde para a senhora robusta que sobe no trator (gostei disso!) e seguimos...lantanas, dente de leão, frio de inverno numa primavera preguiçosa, mas ainda assim esse gostinho do sempre. O ritmo das músicas do shabat das 12 tribos, de ontem...alegria, amor, gentileza...saudade de um pouquinho mais, quem sabe outra sexta. Nicolás aguentou firme até quase meia noite, Luísa batia palmas mas não desgrudava facil, diferente de Abraão, de 1 ano e meio já solto e procurando as novidades do lugar.
Um sussurro outro dia dizia: o que nos une é mais forte, e mais real, do que o que nos separa.
SEmPre.
Nenhum comentário:
Postar um comentário