non, rien de rien...non, je ne regriete rien....
acho que é a música mais conhecida dela. Aprendi no cursinho de francês ali, do Rio Branco, entre carteiras quebradas e paredes em estado deplorável...isso naquela época, não sei se reformaram o colégio, talvez. Só lembrei disso porque o filme ontem deixou essa sensação...um tanto cansativo, acho que estou sem paciência para o gênio da arte. Me emociona muito mais algo brega e com tendências familiares, ou então. Sim,
a partilha ontem foi sobre a alegria,
estive falando com Gabriel sobre isso, sobre o modo como ele estava atendendo ao telefone. Bem, ele começou a fazer experiências, acho.
Resguardo. Foi o que a médica disse para ser feito hoje, já que as dores de cabeça, frequentes. (Serão tão frequentes assim?). Bem, de qualquer modo, hoje é domingo. E isso não faz a menor diferença, não nesses dias...espero que ele seja forte. Enquanto não estamos na nossa casa, os horários se perdem, as regras flutuam entre possibilidades e discussões, os humores variam e retornam ao ponto de partida. É quase malabarismo, colocar ritmo nisso tudo. Um pouco assusstador, às vezes. Por isso acabo acreditando que, vendo um filme ou outro, algo possa se tranquilizar aqui dentro...bobagem, não vem daí. E é tão difícil encontrar algo bom, nesse caso.
domingo, 13 de abril de 2008
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Um comentário:
São apenas 3 os blogs que leio com alguma regularidade. O do Noblat e o do Josias de Souza, porque sou curioso sobre os bastidores do poder. Mas, encanta-me mesmo é o de Lúcia Hippólito, com seu humor fino e análise perspicaz do mundo político. Agora, tenho mais um para ler. Seu blog é único e encantador. Aos descrever seu cotidiano, humores, pensamentos, é um retrato de sua alma. Parabéns, Karen.
Yano
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