mas ora vejam!
"Em primeiro lugar, temos o problema da abertura, ou seja, como nos levar de onde estamos, que é, por enquanto, lugar nenhum, para a margem de lá. É um simples problema de ponte, um problema de construir uma ponte. Problemas que as pessoas resolvem todo dia. Resolvem e, uma vez resolvidos, seguem em frente.
Vamos supor que, seja como for, a coisa esteja feita. Vamos dizer que a ponte está construída e atravessada, que podemos tirá-la da cabeça. Deixamos para trás o território onde estávamos. Estamos do lado de lá, onde queremos estar.
metaficção? uau...
...ele está nos livros dela, ou em alguns deles. Reconhece também outras pessoas; e deve haver muitas outras que não reconhece. Ela escreve sobre sexo, sobre paixão, ciúme, inveja, com um conhecimento que o abala. É definitivamente indecente. Ela o abala.
...não adianta brigar comigo. Mas você deve admitir que num certo nível nós falamos, e portanto escrevemos, como qualquer um. Senão, estaríamos todos falando línguas particulares. Não é absurdo, é?, se ocupar daquilo que as pessoas têm em comum em vez daquilo que diferencia um do outro."
quinta-feira, 3 de abril de 2008
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