A mulher é algo de Deus para nossas vidas. Temos que tratalas com muito respeito porque elas merecem pois que a mulher consegue fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Ex: atender o telefone, ouvindo noticia no radio, cozinhar dando de mamar pro filho. O homem, se você mandar ele cuidar de uma caneca de leite fervendo ele só sabe fazer isso. Não pode falar com ele que é perigo ele gritar: fica quieta, não está vendo que tô cuidando do leite?
é isso aí, minha gente...o samba enredo (e agora, é junto ou separado????) fica a cargo das muitas histórias que o povo brasileiro conta na hora de ser aprovado em vestibular à distância. Abaixo o preconceito, que, no final das contas, falando sobre o tema machismo, tem muita gente que acha que
as melhores soldas, por exemplo, são feitas por mãos femininas.
Claro que estando a nona aqui, a vida fica mais fácil. Chegar em casa e ver toda aquela comidinha maravilhosa, já na mesa...ó dádiva dos deuses!!!! Sem perder o fôlego prá entrar no feriadão, assumi a cota de 500 redações. Isso sem contar no bloco oficial, da instituição que agora não paga reunião, mas também não cobra presentidade em sala...mas até que eu gostava de ficar no meio da garotada, dava prá ficar por dentro do que tá rolando no ouvido da galera (conhecimento de mundo.......). Enfim, soma aí mais umas 100, mas essas são no capricho, afinal...diretoria...
Mas sabe que tem muita gente que chega lá, de um modo bem sintético, porque
é no ambiente doméstico que o machismo impera mais: porque a mulher trabalha muito mais e ganha muito menos, ou seja: NADA!
Não tem jeito, essa história ainda vai longe, a eterna difrença entre os sexos. A mudança mais significativa não é nesse nível, com certeza...mesma coisa como aquilo que eu vim conversando com Yara, na carona, sobre criação de filhos...tem muita coisa que não dá prá aturar, mas existe algo que a gente depreende desse tipo de relação que faz a diferença, mesmo que a gente não note mudança nenhuma. Tudo bem, vão dizer que é puro subjetivismo meu, mas acredito piamente nisso. Tem menos a ver com a questão do sacrifício e mais com a aceitação total do (doloroso) presente, no caso, do conflito. Aff...não é fácil, não mesmo. E coração de mãe dói só de pensar no sofrimento do filho depois, "lá fora". Mas isso tá aqui ainda, é só um exercício...não se pode esquecer que
cada vez que o sol toca a terra, eu tenho a oportunidade de um novo recomeço
você vê, né...singelo. Meio óbvio demais, mas que não podemos deixar de
E justo nessa manhã cinzenta velhos reencontros. surpresas, novidades...a vida vai passando, os amigos vão se tornando papis e mamis, as colegas falam sobre filhos e netos, o meu quitandeiro favorito diz que a barraca ali é nova,
faz só 50 anos que eu tô aqui!
Tô um pouquinho prá lá da metade do que ele no negócio, e a vida parece que engatinha...hoje me perguntaram se eu era portuguesa, riram descaradamente de mim, e fiquei pensando ok, ok...então onde é que tô me achando tão especial, que não possa fazer às vezes de boba da côrte? Esse ego, minha gente, é "inflável". Nada fixo, somos todos mutantes, cosmonautas de autopistas alagadas, tentando descobrir o que pode exisitir prá lá do eu; mesmo assim, um lado romântico meio ultrapassado pode dizer que
Deus fez algo bom, criou o homem.
Quando quis fazer melhor fez a mulher! E ela existe para ser amada, beijada, paparicada....
quem ia gostar disso era a La.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
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