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segunda-feira, 7 de julho de 2008

Adivinha de quem é esse pezinho.....
Curumim!!!!! Você chegou!!!
Foi por pouco aquele dia. Clareando, o pessoal no ponto observando a performance dentro do carro (eu queria me agarrar a algo invisível, substituir uma sensação por uma ação qualquer, e não podia acreditar naquilo tudo). E pensar que em menos de duas horas e você já estava em meus braços! Que estranho mundo eu visitei...
Escolaridade?
Superior...mas se você continuar com esse troço... ele vai nascer aqui...
A grande habilidade da mente nos iludir, cada experiência única e irrepetível sendo contrtastada com a informação anterior, velha, desatualizada.
Naquela sala, por favor...
Oportunidade de realizar tal entrega, indescritível.
Puxa, que chato...deesculpe, doutora...os gemidos, eu não consigo me controlar, é forte demais.
Tudo bem, vamos olhar você....bebe?
não
fuma?
não
vicíos?
...amar demais?
Na sala, só mulheres. Uma e outra auxiliar com aquela cara de quem preferia não ter que acordar cedo no sábado, duas médicas (ou médica e aluna? Não sei, num hospital-escola nem imagino o que posso encontrar...mas estou descobrindo) adoráveis!!!
Pronto. Essa passou. Agora relaxa prá próxima...fica tranqüila que já tá pertinho...
Tudo tão rápido e intenso, conexão com algo transcendente, e
só depende de você
isso. E era como se estivesse ouvindo aquilo pela primeira vez! Tudo ficou tão claro, e então...
um mergulho no silêncio de mim mesma, em direção a um oceano infinito de movimento, dor, vida! Concentração total, aceitação total da dor, luminosidade, e senti você escorregando prá fora de mim. Essa oportunidade não foi desperdiçada, naquele momento preciso, fomos além, e eu e você, paradoxalmente, nos separamos para nos encontrar de novo.
mãe!!! Você já voltou!!!
minha mãe e Elora, no corredor. Os olhos da minha menina brilhando ao segurar o irmão
ele é tão fofinho...cenourinha, você chegou!
filha corajosa, parabéns, que perfeição, que maravilhoso!!!- a própria mãe-cronópio...A vida se renovando em mim a cada respiração depois da euforia. Meu corpo se adaptando suavemente a esse novo espaço.
Olho você tão tranquilo e sinto gratidão profunda pelo momento presente, cada célula minha se regozijando com tua presença aqui. Nicolás, bem-vindo, filho querido!!!!! Ei, você ouve o que penso, mocinho? Esse teu sorriso ilumina, viu?

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