Tá bom, tá bom....chega de fotos!
Foi uma viagem e tanto. Poucos dias e uma intensidade de percepções. O frio aqui só faz aumentar a dose de calor interno, lembranças que precisam ser bem cuidadas.
Pois é, logo na chegada em Carmo...cadê seu Chiquinho? Parece que ele é o homem do táxi, mas dessa vez, com meu atraso de duas horas, ele não apareceu. Sem créditos no celular, sem telefone, lá vamos nós! Mochila nas costas e barrigão à frente! Claro que a Lei da Manifestação não tarda a agir, e logo 200 mts à frente apareceu uma carona...esse pessoal indo à Figueira já é bem conhecido da cidade...
Tão pouco tempo e tantos encontros. Percepções tão claras, às vezes insights inusitados.
então era isso!
uma simplicidade e coragem imensas, no dia perto do lago em Sohin pensei que fosse desabar no chão. Força de luz que impressiona isso aqui. Tanta coisa ainda por vir...
Posso conversar com ele?
e, tão suave, tocando de leve minha barriga, como quem se aproxima de uma flor...não diz nada, não precisamos dizer nada. As palavras são símbolos, e muito mais é percebido sem elas.
mas lá fora, às vezes é tão difícil. O ritmo se quebra, me perco entre dores e dúvidas, entre pensamentos que não param, e
tudo é caminho. Então não há problema algum. Com nada...até minha mãe, quando me diz não se preocupe com nada, é como se derramasse um bálsamo, um alívio da dor quando ela não quer parar.
o templo interno, tudo bem aqui.
Quietude. silêncio.
Só o uivo do vento à noite.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
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