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sábado, 23 de janeiro de 2010

puxa, perdi minhas anotações...enfim. Esperando Elora arrumar o cabelo, estive lendo uma entrevista, com um pesquisador de Cambridge, a respeito do animal behavior. Acho que era esse o nome da revista, ou do estudo, algo do gênero. Como não podia deixar de ser, ficou estabelecido que sim, os porcos são animais inteligentes e que demonstram certa (sic?) conscîência. Isso baseado em experimentos com espelhos, etc...Um pouquinho mais à frente, folheando a Época (porque no salão a outra única opção era Contigo, hic), um garoto (pelo menos na foto), e uma curta entrrevista sobre o tema do livro que ainda não saiu no Brasil, Eating Animals. Há uma grande possibilidade de que eu jamais vá ler uma coisa dessas, mas acho interessante observar as colocações dele...parece que a questão central é o "modo de produção da carne" norte-americano, até um pouco distante daquele praticado aqui. O que eu achei interessante no meio de tudo foi a questão que muita gente coloca, aquela de mas sempre foi assim, o homem sempre comeu carne...pois é, prá mim isso é ponto pacífico, mas o rapaz coloca algo como a escravidão, ou o papel da mulher na sociedade. Além do mais, ele afirma que o ser humano, em seu melhor estado, transcende o que é natural. (!) Parece que coloca essa questão num contexto de pré conceito culturalmente arraigado, algo assim, mas tô só divagando. Só podia, mesmo....tô quebrada, depois de uns dois dias prá baixo com a tal da virose que obriga a gente a manter o estômago limpo, quis tirar o atrasado em todos os sentidos: primeiro que aproveitei que -por incrível que pareça- não choveu à tardinha para cortar toda a grama, e plantar uma mudinhas na frente do quintal. Depois, com tanto trabalho, e mais a correria de arrumar Elora para a festa de casamento de parentes, tive algumas boas desculpas para chegar em casa exausta e pedir uma pizza. Ninguém é de ferro, e como diz um amigo meu, ninguém faz o que não pode, ninguém erra porque quer, tudo segue um percurso...mas uma coisa é certa:
nossas escolhas representam nossos valores

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