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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Seu Antônio, de Petrópolis, dizia assim
A felicidade é fruto da minha doação ao outro, sabe...
dizem que foi um homem impressionante. E lá pelas bandas do Rio também tinha aquela figura maravilhosa, o Gentileza, que não cansava de repetir
amor material se escreve com um r só...amorrr universal com três
e dá-lhe o povo o chamar de maluco...nessas horas respondia
maluco prá te amar....
louco prá te salvar.
e o que é que podia ser da gente não fosse isso que não se explica?
certo...sem devaneios. Existem mil formas de tentar chegar àquilo que nem bem pode ser descrito. Apontado? Enfim....
ele é tão bonitinho...olha a orelhinha dele...
...
é igual à minha, só que o meu cabelo cobre, e daí não dá pra ver.
ultimamente estou maluca por suco de goiaba, estávamos ali, eu e Nic, fazendo hora na frente do ventilador...
como é o nome dele?
não entendi porque Nic ria tanto, e só quando olhei prá trás percebi que eram os pais da figurinha ali na minha frente. Pelo visto já estavam meio alegres, rindo e fazendo gracinha pro Nicolás enquanto Emily
posso desenhar você?
nunca gostei de discussões acaloradas, acho que desde criança isso me incomoda. Ter que defender um ponto de vista me parece exaustivo, além de, na maior parte das vezes, inútil.
eles não param de rir...e ainda bem que eu trouxe meus lápis.
quando criança, morando em sítio, eu tinha um universo tão rico quanto assustador para explorar...lembro dessas horas de entardecer, quando olhava as montanhas desenhadas no horizonte, e sentia o dia se fechando. Minha mãe voltando prá casa, o banho, a janta...
eu gosto mesmo é da luz, mas é difícil de desenhar
talvez fosse a luz do entardecer, e um pouco de tudo isso...nessas horas eu pensava que o tempo tinha parado.

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