Alguém por acaso já tentou comer de olhos fechados?
Não vale um sanduíche, ou uma fruta...mas um bom prato de comida.
Penso que para cada momento há uma ação específica a ser feita, muito embora a ação possa ser uma não-ação, algo muito mais interno e que não se esgota pelas macaquices intelectuais. Um fluir de energias pode permitir a resolução de muita coisa se permito que isso aconteça. Mas é numa completa entrega que tudo se clarifica, e ainda tem chão, viu...muitos aspectos a serem transformados. O trabalho é, em princípio, interno.
Para hoje, atenção ao núcleo de cada um deles. O que ele realmente precisa, e o que pode naquele momento ser o melhor? Com isso, acalmo esse ser e vou ao encontro de novas possibilidades (e eu pensando que todo aquele monte de papel, roupa, calçado!!!!) Tudo bem, sem cantar vitórias superficiais, o caminho é longo, mas a ordem se instala em momentos como esse, divinos! O supérfluo interrompe todo esse movimento tão bonito, tão simples...e você vem nesse momento preciso, pequeno "mandir"! Quanta dádiva, quanta alegria! E que coragem, precisamos admitir...tem horas que estar por aqui é estar em campo de batalha, é ver-se cara a cara com. Desafios, incompreensões e esquecimentos...tudo passa.
súbito, uma presença. Não era jovem nem velho, nem criança. Era ele, e tudo o que dizia ia diretamente para o meu coração...já não lembro suas palavras. E não era sonho, era sua presença! Se eu puder ao menos lembrar a força do seu olhar, creio que consigo enfrentar qualquer coisa.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
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