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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Alguém por acaso já tentou comer de olhos fechados?
Não vale um sanduíche, ou uma fruta...mas um bom prato de comida.
Penso que para cada momento há uma ação específica a ser feita, muito embora a ação possa ser uma não-ação, algo muito mais interno e que não se esgota pelas macaquices intelectuais. Um fluir de energias pode permitir a resolução de muita coisa se permito que isso aconteça. Mas é numa completa entrega que tudo se clarifica, e ainda tem chão, viu...muitos aspectos a serem transformados. O trabalho é, em princípio, interno.
Para hoje, atenção ao núcleo de cada um deles. O que ele realmente precisa, e o que pode naquele momento ser o melhor? Com isso, acalmo esse ser e vou ao encontro de novas possibilidades (e eu pensando que todo aquele monte de papel, roupa, calçado!!!!) Tudo bem, sem cantar vitórias superficiais, o caminho é longo, mas a ordem se instala em momentos como esse, divinos! O supérfluo interrompe todo esse movimento tão bonito, tão simples...e você vem nesse momento preciso, pequeno "mandir"! Quanta dádiva, quanta alegria! E que coragem, precisamos admitir...tem horas que estar por aqui é estar em campo de batalha, é ver-se cara a cara com. Desafios, incompreensões e esquecimentos...tudo passa.
súbito, uma presença. Não era jovem nem velho, nem criança. Era ele, e tudo o que dizia ia diretamente para o meu coração...já não lembro suas palavras. E não era sonho, era sua presença! Se eu puder ao menos lembrar a força do seu olhar, creio que consigo enfrentar qualquer coisa.

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